ATENÇÃO!!!!! Tirem as crianças da sala ... ops ... do vagão!
Você está podre! O dia foi dureza, você acordou super cedo, enfrentou ônibus, trem, metrô todos lotados, teve aquele dia de cão no trabalho, está saindo mais tarde ... ufa! Tudo o que você queria era pegar o seu banquinho e sair de mansinho.
Ok, estou no trem e, como está fora do horário de pico, consegui sentar e agora me sinto o Jack Bauer: tenho umas 24 horas para chegar em casa. Tirei meu travesseirinho (tanto tempo de estrada que a gente até tem uns truques para se sentir confortável no tranporte rsrs) da bolsa e posicionei minha cabeça gentilmente na janela do trem e iniciei meu cochilinho.
BLÉEEEEEEEEEEEIM! Me entra aquela criatura com um violão no vagão, vestido como se estivesse vindo de Woodstock e a crise da água do Alckmin já havia começado por lá (Nada contra Woodstock, sou louca pelo Jimi Hendrix, mas aquela catinguinha! PQP!).
O "cantor" começou sua canção. Além de não cantar bem, as letras não faziam sentido, até porque eu acho que ele nem sabia o que estava cantando, mas estava bem animado.
Ele fazia uns intervalos com o violão para tocar algo que parecia uma flauta estilo peruana (Gente, me desculpem aqueles que gostam das flautas peruanas, mas não aguento mais passar pelo centro da cidade e ouvir aquela musiquinha "tututu tututu tuuuuu". Pronto falei!). Com a flauta na boca, ele fazia uns movimentos estranhos com a cabeça como se estivesse curtindo outra música que não era bem aquela que ele estava cantando. Bem assim, oi? (Mano que tóxico louco é esse aíiiiiii?!) E então ele voltava a cantar com o violão.
Juro que me deu uma vontade de sair correndo do vagão quando as portas se abriram, mas ainda faltavam tantas estações para chegar a minha casa e vai saber se conseguiria me sentar no trem seguinte. Tudo isso conta, meu filho! Resolvi esperar que ele terminasse e saísse do trem para que eu pudesse voltar ao meu cochilo sossegada.
O problema é que aquele Patropi não parava e não parava nunca, até que outro passageiro gritou "Cala a boca que tá ruim!". Ele parou ... eu fiquei aliviada por um segundo ... e ele olhou para seu reflexo na porta e fez uma cara de ué, meio arqueando a sobrancelha e sem entender o que havia acontecido. Como se ele não entendesse que ele pudesse ser tão ruim, já que, na cabeça dele, ele estava arrasando como um verdadeiro Rock Star. Essa reflexão dele durou mais ou menos uns 2 minutos (Sério!) Daí ele voltou a cantar!
E eu quase chorando, quando outro ser se levantou para dançar (Não, não e não. Pára mew!). A pessoa tribêbada. Sim, "tri", e porque não? Vamos fazer uma analogia: esse ano você tomou sua vacina H1N1 Trivalente (tomara que sim meu Jesus Craisti, porque dizem as más línguas que está em "falta". Deixa pra lá.) isso significa que você está três vezes protegido, será? Enfim ... se não era isso agora já foi, senão vou ter que pensar num outro exemplo e isso leva tempo.
Essa pessoa tribêbada estava numa situação três vezes pior que a bêbada. O futum dava para sentir a quilômetros, as pernas já estavam fazendo trança embutida, fazia aquele bico que bêbado faz quando quer falar, mas naquela caso, não saia mais som, assim ... tudo zuado demais. Ah, mas pra cantar né? Aí a desgraça conseguia fazer de boa (Tá, de booooooa também não precisa forçar, né?). O tribêbado cantava, rodopiava e caia, não necessariamente nessa ordem, mas acontecia bastante.
Eu já estava até conformada, minha estação estava quase chegando, o bebum estava longe de mim, eu estava acostumando com a música, mas aí uma coisa me chamou a atenção: sabe aqueles balaústres ou "pega-mão" para segurar no transporte (vejam a imagem abaixo e vocês entenderão) que até parecem aqueles de pole dance (hehehe)? Pois é! A pessoa estava com as costas apoiadas no balaústre ou no pega-mão (como preferirem, até porque eu não sei o nome direito haha) e seu "popô" era um pouco, digamos assim, avantajado. Daí seus olhos percorriam o balaústre nas costas até que de repente, sumia rsrs. A mulher, além de estar naquela posição, ficava mexendo o corpo para acompanhar a música. E se você pensa que ela estava constrangida, engana-se porque ela não estava nem aí para os olhares dos demais passageiros. Em parte concordo com ela, não tem que estar nem aí mesmo, mas por outro lado, eu não me sentiria bem naquela situação. Eu acho muita bizarrice, gente!
Essa pessoa tribêbada estava numa situação três vezes pior que a bêbada. O futum dava para sentir a quilômetros, as pernas já estavam fazendo trança embutida, fazia aquele bico que bêbado faz quando quer falar, mas naquela caso, não saia mais som, assim ... tudo zuado demais. Ah, mas pra cantar né? Aí a desgraça conseguia fazer de boa (Tá, de booooooa também não precisa forçar, né?). O tribêbado cantava, rodopiava e caia, não necessariamente nessa ordem, mas acontecia bastante.
Eu já estava até conformada, minha estação estava quase chegando, o bebum estava longe de mim, eu estava acostumando com a música, mas aí uma coisa me chamou a atenção: sabe aqueles balaústres ou "pega-mão" para segurar no transporte (vejam a imagem abaixo e vocês entenderão) que até parecem aqueles de pole dance (hehehe)? Pois é! A pessoa estava com as costas apoiadas no balaústre ou no pega-mão (como preferirem, até porque eu não sei o nome direito haha) e seu "popô" era um pouco, digamos assim, avantajado. Daí seus olhos percorriam o balaústre nas costas até que de repente, sumia rsrs. A mulher, além de estar naquela posição, ficava mexendo o corpo para acompanhar a música. E se você pensa que ela estava constrangida, engana-se porque ela não estava nem aí para os olhares dos demais passageiros. Em parte concordo com ela, não tem que estar nem aí mesmo, mas por outro lado, eu não me sentiria bem naquela situação. Eu acho muita bizarrice, gente!

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